sexta-feira, 26 de novembro de 2010

Bom hoje, aqui pensativa nessa vida...
Você ja parou pra pensar a onde vai parar a sua vida? oque vai fazer?...
Pois é eu penso nisso direto,mais ñ encontro respostas, muitos dizem que estou
presa ao passado... eu sei disso,mais porque sera tenho medo de prosseguir e continuar
em frente?
As vezes me acho meia louca, mais sei que é normal rs rs rs todo mundo é meio louco tbm rs...
meu s2 esta tao parado,vazio me sinto tao aguniada as vezes. conheci bastante gente novas interessantes que levanta meu dia cada vez mais, e agradeço sempre a Deus por ter lo colocado
em meu caminho.Pois é com eles que me divirto,sao eles que me alegram me dao broncas que concordam, descondam,ensinam. mais tao sempre ali ao nossos lados hje sei a importancia
de ter amigos pois eu sei que sem eles não sou nda nesse mundo...Os amigos nos trazem o conforto ea segurança para podemos sorrir amar e cantar as alegrias da vida.

quinta-feira, 18 de novembro de 2010

Será que nunca tivemos um pouquinho do medo de amar? Aquele medo de investir em alguém e se machucar, aquele medo de amar e não ser correspondido , enfim um medo que existe, mas que jamais deixamos de ter, afinal jamais deixaremos de amar.

Medo de amar? Parece absurdo, com tantos outros medos que temos que enfrentar: medo da violência, medo da inadimplência, e a não menos temida solidão, que é o que nos faz buscar relacionamentos. Mas absurdo ou não, o medo de amar se instala entre as nossas vértebras e a gente sabe por quê.

O amor, tão nobre, tão denso, tão intenso, acaba. Rasga a gente por dentro, faz um corte profundo que vai do peito até a virilha, o amor se encerra bruscamente porque de repente uma terceira pessoa surgiu ou simplesmente porque não há mais interesse ou atração, sei lá, vá saber o que interrompe um sentimento, é mistério indecifrável. Mas o amor termina, mal-agradecido, termina, e termina só de um lado, nunca se encerra em dois corações ao mesmo tempo, desacelera um antes do outro, e vai um pouco de dor pra cada canto. Dói em quem tomou a iniciativa de romper, porque romper não é fácil, quebrar rotinas é sempre traumático. Além do amor existe a amizade que permanece e a presença com que se acostuma, romper um amor não é bobagem, é fato de grande responsabilidade, é uma ferida que se abre no corpo do outro, no afeto do outro, e em si próprio, ainda que com menos gravidade.

E ter o amor rejeitado, nem se fala, é fratura exposta, definhamos em público, encolhemos a alma, quase desejamos uma violência qualquer vinda da rua para esquecermos dessa violência vinda do tempo gasto e vivido, esse assalto em que nos roubaram tudo, o amor e o que vem com ele, confiança e estabilidade. Sem o amor, nada resta, a crença se desfaz, o romantismo perde o sentido, músicas idiotas nos fazem chorar dentro do carro.

Passa a dor do amor, vem a trégua, o coração limpo de novo, os olhos novamente secos, a boca vazia. Nada de bom está acontecendo, mas também nada de ruim. Um novo amor? Nem pensar. Medo, respondemos.

Que corajosos somos nós, que apesar de um medo tão justificado, amamos outra vez e todas as vezes que o amor nos chama, fingindo um pouco de resistência mas sabendo que para sempre é impossível recusá-lo.

Amar é isso mesmo, podemos até ter medo, mas jamais recusamos esse sentimento mesmo tendo medo. Amar é sem dúvida um sentimento inexplicável.